Perder peso é muito mais do que estar motivado, fazer dieta e exercício físico, mas acima de tudo mudar de ATITUDE, hoje sou uma pessoa muito diferente do que era, para melhor, sem qualquer dúvida quanto a isso. A minha vida mudou 360 graus, tornei-me uma pessoa muito activa, deixei de frequentar sítios que habitualmente frequentava, passei a fazer coisas que não fazia, criei rotinas diferentes, adquiri bons vícios, não saltar refeições, fazer exercício físico todos os dias, ajudar nas tarefas domésticas. Nunca poderei esquecer, nem apagar da minha memória que já tive 130 kilos, nem que a obesidade é uma doença crónica, por isso tenho que “combatê-la” cada dia que passa. No próximo dia 08 de Janeiro de 2011 faz 6 meses que mantenho o peso de 75 Kilos. Hoje em dia como de tudo, mas tendo sempre uma base alimentar equilibrada e saudável. Considero que esta é apenas uma pequena etapa da minha Dieta para a Vida, acho que o êxito nestes casos é relativo, apesar de dizer muitas vezes, quando sou abordado pelas pessoas “que nunca mais voltarei a engordar uma grama”.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
domingo, 19 de dezembro de 2010
O QUE CORREU MAL NA DIETA AOS 30 AN0S DE IDADE
A IDADE, a rapidez com que perdi 20 kilos (2 meses) o bem estar que senti depois da perda de peso (achava que podia asneirar), a falta de informação tudo isto aliado á falta de EXERCICÍO FÍSICO, foi fatal para o fracasso, porque a MOTIVAÇÃO estava lá, tinha acabado de ter o enfarte do miocárdio. Com 30 anos não consegui mudar a minha ATITUDE era muito difícil abdicar de várias coisas que a vida nos proporciona.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
GESTÃO DE CALORIAS
Nos dias de hoje, já com um peso adequado de 75 quilos, faço de tudo para ter um equilíbrio alimentar, ou seja a asneira alimentar passou a ser pontual e não a regra como acontecia anteriormente, conheço os meus limites e sei o que posso comer e em que quantidades. Depois da dieta rigorosa, passei a fazer auto-experiências com os alimentos, verificando o que me fazia mal ou bem, tendo sempre em atenção os meus níveis de IMC e as minhas ANÁLISES ao Sangue e Urina.
Uma das experiências teve a ver com o HDL chamado de “Bom Colestrol”, como tinha níveis históricos abaixo dos 30 mg/dl ou seja de risco elevado. Após ler que o HDL subia com a ingestão regular de peixes gordos (Salmão, Cavala e Sardinha) e com o exercício físico, passei da teoria á prática o indicador do HDL subiu para os 43 mg/dl com um pequeno senão, isto por ter exagerado no número de refeições de peixe gordo (3 Semana) o Ácido Úrico ultrapassou a referência máxima de 7,00 mg/dl.
Tenho conseguido fazer a gestão de calorias diária e nunca deixei de fazer exercício físico, faço todos os dias 50 minutos, comecei com caminhada, depois corrida e actualmente caminhada devido ao aconselhamento do médico Cardiologista, convém dizer que tive grande dificuldade em deixar de correr. Conheço os meus limites e sei o que posso comer e em que quantidades. A conclusão a que cheguei é de que o equilíbrio alimentar é fundamental.
domingo, 31 de outubro de 2010
PRAZERES ANTERIORMENTE IMPOSSIVEIS DE CONCRETIZAR
O melhor e mais satisfatório de todo este processo é o prazer de conseguir fazer imensas coisas que antes eram impossíveis. Como já referi anteriormente, correr, atar os sapatos, cruzar as pernas e especialmente, comprar roupa, que era uma coisa que antes eu não suportava por ser difícil de arranjar o meu tamanho. Nos dias de hoje, gosto imenso de fazer compras de vestuário, escolher diferentes modelos e sinto-me bem por poder experimentar qualquer coisa. Não que me tenha tornado vaidoso, mas é um facto que a minha auto estima subiu e muito, mas gosto de poder escolher o que vestir com vontade, sabendo que tenho um tamanho de roupa normal e fácil de encontrar.
Procuro, de um modo geral, ser activo e estar ocupado com qualquer coisa, especialmente nas tarefas domésticas.
A BALANÇA
Embora os médicos e nutricionistas digam que não nos devemos pesar todos os dias, para que a dieta não se torne numa obsessão, é uma coisa que eu faço sempre. Todos os dias me peso, verifico se perdo peso ou se consigo manter o mesmo. Nunca me tornei obsessivo com isso, mas tenho o cuidado de verificar o sucesso do trabalho realizado até agora.
sábado, 16 de outubro de 2010
PEQUENOS PORMENORES QUE PODEM FAZER A DIFERENÇA
Comer frutos secos (nozes e amêndoas) em pouca quantidade entre as refeições, beber 2/3 copos de água 5 minutos antes do almoço e jantar, levantar da mesa sem estar saciado e lavar de imediato os dentes, parar o carro longe do acesso ao local de trabalho, não utilizar elevadores nem escadas rolantes (claro quando existirem alternativas).
domingo, 26 de setembro de 2010
COMO PROCURO MANTER A MOTIVACÃO
Inicialmente a doença foi a base motivacional, com as melhoras da apneia de sono com roncopatia tinha que procurar manter a minha motivação em alta. Para me ajudar nesta caminhada dediquei-me bastante à leitura e à pesquisa na internet sobre a nutrição, os seus valores calóricos, como ter uma alimentação equilibrada e o exercício físico, o que me fez chegar à conclusão que, embora muito especialistas digam que o problema está aqui e não ali, todos eles são unânimes em afirmar a importância da alimentação e actividade física. Li 3 livros credíveis, visitei e revisitei dezenas de sites. E agora o Blog partilhando a minha experiência ao longo do tempo.
JORNAL DE NOTICIAS EDIÇÃO DE 25-09-2010
Obesidade encurta esperança de vida para os 40 anos
Crianças obesas começam a sofrer de hipertensão e de colesterol aos 10 anos, alertam os especialistas
MARIA CLÁUDIA MONTEIRO
| foto JOsé mota/global imagens |
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| Alunos da EB1/JI Paulo Gama, de Lordelo do Ouro, foram ontem à Alfândega participar no II Congresso de Nutrição |
Em Portugal, há cada vez mais crianças que correm o risco de não ultrapassar os 40 anos por causa de doenças relacionadas com a obesidade. Multiplicam-se iniciativas de educação alimentar, mas falta ainda um programa integrado, dizem os especialistas.
O Diogo e a Leandra não sabem nada dessa conversa dos grandes sobre programas integrados de Educação Alimentar. O que sabem, e bem, foi o que aprenderam durante um projecto de responsabilidade social que levou à escola EB1/JI Paulo da Gama, em Lordelo do Ouro, no Porto, conceitos básicos de nutrição.
"Doces só em dia de festa", explica convicta a Leandra, de nove anos, no final da acção que ontem levou os meninos do 4.º B ao II Congresso Mundial de Nutrição e Saúde Pública, que juntou na Alfândega do Porto mais de mil participantes. Luzia Sousa, a professora, não tem dúvidas de que a lição, retirada do projecto do HPP Saúde, ficou bem sabida. "O facto de saírem da escola, de virem a um sítio diferente é por si só muito apelativo", explicou a professora do 4.º B da Paulo da Gama. O Diogo saiu da Alfândega a saber também quase tudo da Roda dos Alimentos, apenas uma dúvida o atormentava: "E por que é que a sopa não consta lá na roda?"
Meritórios os programas que levam informação nutricional correcta às crianças, concordam os especialistas que, no entanto, deixam o alerta. Perante a dimensão do fenómeno da obesidade infantil em Portugal é preciso agir de forma estruturada, apelando à interacção de vários parceiros. Dizem os últimos dados disponíveis que 29% das crianças com idades entre os dois e os cinco anos têm excesso de peso e que 12,5% são obesas.
Há crianças que, aos 10 anos, sofrem já de hipertensão e de colesterol o que leva a que os especialistas estimem que viverão menos anos do que os seus pais. "Teremos um retrocesso em termos de saúde pública... Algumas destas pessoas terão um alto risco de morrer aos 40 anos", estima Maria Daniel Vaz Almeida, especialista da Universidade do Porto e co-presidente do II Congresso Mundial de Nutrição, que termina hoje, no Porto.
Informação não é conhecimento
"Hoje temos acesso a informação mas tal não se traduz em conhecimento", sublinha Rodrigo Abreu, nutricionista responsável pelo "Atelier de Nutrição", que defende a criação de um modelo idêntico ao da Educação Sexual.
"Acho interessante que se discuta tanto a Educação Sexual, mas que não haja uma política em termos de Educação Alimentar. As crianças antes de começarem a sua sexualidade já comem", ironiza Rodrigo Abreu, colocando a tónica na urgência de uma "aplicação integrada" de todos os programas que vão proliferando. "Quanto mais se estuda a obesidade, mais percebemos que a prevenção é a melhor arma", alerta.
Miriam Stoppard, especialista inglesa em cuidados infantis, acrescenta às prioridades de acção na luta contra a obesidade infantil o envolvimento de vários parceiros. "Tem de ser feito um esforço de combate por parte de várias entidades... É preciso envolver muitas pessoas nesse esforço", começou por explicar a estrela mediática do Reino Unido.
A estratégia, já testada em países como Canadá, México, França e Reino Unido, é simples e consiste em fazer chegar às crianças as mesmas mensagens, através de diferentes parceiros e entidades: "pais, família, escolas, professores, produtores, municípios".
"As mensagens são extremamente simples: no México, 'comam comida saudável, mexam-se, bebam água'; no Reino Unido: 'comam saudável, mexam-se mais do que o que se têm mexido e ganhem consciência das vossas emoções", ilustrou Miriam Stoppard, em declarações ao JN, antes de moderar um debate durante o congresso. Os resultados, garante, são impressionantes e possíveis de alcançar em muito pouco tempo.
"É preciso uma política nutricional que pense a alimentação como um factor de promoção da saúde", alerta Maria Daniel Vaz Almeida, chamando a atenção para o crescimento da obesidade infantil em Portugal. "Temos de parar esta avalanche", avisa a professora catedrática da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto.
"Doces só em dia de festa", explica convicta a Leandra, de nove anos, no final da acção que ontem levou os meninos do 4.º B ao II Congresso Mundial de Nutrição e Saúde Pública, que juntou na Alfândega do Porto mais de mil participantes. Luzia Sousa, a professora, não tem dúvidas de que a lição, retirada do projecto do HPP Saúde, ficou bem sabida. "O facto de saírem da escola, de virem a um sítio diferente é por si só muito apelativo", explicou a professora do 4.º B da Paulo da Gama. O Diogo saiu da Alfândega a saber também quase tudo da Roda dos Alimentos, apenas uma dúvida o atormentava: "E por que é que a sopa não consta lá na roda?"
Meritórios os programas que levam informação nutricional correcta às crianças, concordam os especialistas que, no entanto, deixam o alerta. Perante a dimensão do fenómeno da obesidade infantil em Portugal é preciso agir de forma estruturada, apelando à interacção de vários parceiros. Dizem os últimos dados disponíveis que 29% das crianças com idades entre os dois e os cinco anos têm excesso de peso e que 12,5% são obesas.
Há crianças que, aos 10 anos, sofrem já de hipertensão e de colesterol o que leva a que os especialistas estimem que viverão menos anos do que os seus pais. "Teremos um retrocesso em termos de saúde pública... Algumas destas pessoas terão um alto risco de morrer aos 40 anos", estima Maria Daniel Vaz Almeida, especialista da Universidade do Porto e co-presidente do II Congresso Mundial de Nutrição, que termina hoje, no Porto.
Informação não é conhecimento
"Hoje temos acesso a informação mas tal não se traduz em conhecimento", sublinha Rodrigo Abreu, nutricionista responsável pelo "Atelier de Nutrição", que defende a criação de um modelo idêntico ao da Educação Sexual.
"Acho interessante que se discuta tanto a Educação Sexual, mas que não haja uma política em termos de Educação Alimentar. As crianças antes de começarem a sua sexualidade já comem", ironiza Rodrigo Abreu, colocando a tónica na urgência de uma "aplicação integrada" de todos os programas que vão proliferando. "Quanto mais se estuda a obesidade, mais percebemos que a prevenção é a melhor arma", alerta.
Miriam Stoppard, especialista inglesa em cuidados infantis, acrescenta às prioridades de acção na luta contra a obesidade infantil o envolvimento de vários parceiros. "Tem de ser feito um esforço de combate por parte de várias entidades... É preciso envolver muitas pessoas nesse esforço", começou por explicar a estrela mediática do Reino Unido.
A estratégia, já testada em países como Canadá, México, França e Reino Unido, é simples e consiste em fazer chegar às crianças as mesmas mensagens, através de diferentes parceiros e entidades: "pais, família, escolas, professores, produtores, municípios".
"As mensagens são extremamente simples: no México, 'comam comida saudável, mexam-se, bebam água'; no Reino Unido: 'comam saudável, mexam-se mais do que o que se têm mexido e ganhem consciência das vossas emoções", ilustrou Miriam Stoppard, em declarações ao JN, antes de moderar um debate durante o congresso. Os resultados, garante, são impressionantes e possíveis de alcançar em muito pouco tempo.
"É preciso uma política nutricional que pense a alimentação como um factor de promoção da saúde", alerta Maria Daniel Vaz Almeida, chamando a atenção para o crescimento da obesidade infantil em Portugal. "Temos de parar esta avalanche", avisa a professora catedrática da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
UM DIA DA MINHA ACTIVIDADE FÍSICA DESDE 09-06-2009
Posso ter muito trabalho, mas nunca prescindo da minha actividade física, por volta das 18h00 chego a casa, visto o meu equipamento e lá vou eu, se chove utilizo a passadeira, caso contrário pratique no exterior de preferência á beira-mar. Muita gente, tal como eu, usa(va) como desculpa para evitar a prática de actividade física não ter tempo, não ter com quem praticar e não gostar de praticar sozinho. Eu sempre pratiquei sozinho, apenas acompanhado do meu mp3, seleccionando o tipo de música de acordo com o meu estado de espírito. Todos os dias faço 5 kms e alguns exercicios, tais como alongamentos e abdominais, inicialmente caminhada e a partir de Dezembro de 2009 faço corrida. É uma actividade que já não dispenso no meu dia-a-dia. Sinto-me tão bem depois da minha corrida diária, que já não posso passar sem ela, o que há algum tempo atrás correr para mim era uma coisa totalmente impossível de fazer.
sábado, 18 de setembro de 2010
UM DIA DA MINHA DIETA DURANTE 12 MESES
Começando pelo primeiro dia, 8 de Junho de 2009, tomei a iniciativa de aumentar o numero de refeições diárias, não duplicar alimentos, tais como, batata, arroz e pão, beber 1,5 litros de agua, comer saladas, evitar os fritos e molhos e claro comecei a andar 20 minutos diários. O resultado do período de 8 a 30 de Junho de 2009 foi um perda de peso de 6 kilos. Portanto no dia 30 de Junho pesava a módica quantia de 124 kilos quando fui consultado pela dietista Dra Teresa Pires, passada a respectiva dieta, havia que cumpri-la com rigor e determinação. Passados que foram 12 meses tinha perdido 50 kilos. Gostaria de chamar atenção que cada caso é um caso.
8h00 Pequeno Almoço
1 Iogurte (matéria gorda zero e com aproximadamente 60 calorias no máximo), um papo seco ou uma fatia de pão integral com margarina ou queijo magro (máximo 30 por cento de matéria gorda) acompanhado de café com leite magro.
Esta e a única vez no dia que como pão.
10h30 Lanche
1 Peça de fruta ou 1 iogurte.
A minha opção é pela fruta de baixo valor calórico, tais como maça e pêra.
12h15 Almoço
120 Gramas de carne (ou peixe acompanhado com salada (alface, tomate e cebola temperada com um pouco de azeite e vinagre). Habitualmente comia Salmão grelhado (confeccionado na sertã, sem óleo ou azeite, pois o salmão tem muita gordura e a própria gordura ajuda na sua confecção e com pouco sal), peixe cozido, acompanhados de salada e 2 batatas cozidas do tamanho de 1 ovo. Quanto a carne de vitela tive grandes dificuldades porque gostava da carne mal passada, por isso optava muitas vezes pela carne de galinha ou peru, as chamadas carnes brancas ou de aves, confeccionada no forno ou grelhada acompanhada de 2 colheres de arroz e salada. Sempre bebi depois do almoço 1 chá verde.
14h00 Lanche
1 Peça de fruta acompanha de 2 bolachas de água e sal (as que não tem sal na superfície e de baixo valor calórico).
15h30 Lanche
1 Iogurte com 2 bolachas de água e sal.
18h30 Jantar
Sopa de legumes e 1 peça de fruta.
21h00
1 Peça de fruta e 1 iogurte.
23h30
1 Copo de Leite magro com 3 bolachas de água e sal.
Bebo apenas nos intervalos das refeições água sem gás natural, chá e café (com excepção ao pequeno almoço).
Esta minha dieta tinha vários objectivos:
1. Fazer desaparecer a apneia de sono com roncopatia;
2. Perder peso gradualmente sem pressas;
3. Ir diminuindo a quantidade de calorias ingeridas ao longo do dia até ser "desligado" o organismo para repouso;
4. Manter no estômago sempre com comida, evitando assim ter fome;
5. Melhorar os principais indicadores clínicos, tais como, colesterol total, mau colesterol, bom colesterol, trigliceridos, glicemia e o acido úrico;
6. Acima de tudo tornar-me saudável.
Na realidade, para fazer esta dieta tive de ser muito exigente comigo mesmo e vi-me obrigado a cortar em todo o tipo de alimentos que mais prazer me dava comer se quisesse realmente perder peso. Hoje em dia antes de comprar um alimento verifico sempre a Informação Nutricional.
E foi mesmo o que fiz. E é preciso realçar que, embora possa parecer estranho ter perdido 50 kg em 12 meses, não houve nem há qualquer tipo de medicação. Nunca tomei absolutamente nenhum medicamento para me ajudar na perda de peso e, sinceramente, não acredito nessa opção por experiência própria.
Também é preciso ter a noção de que não há chás milagrosos. O meu SEGREDO está na BOCA e acima de tudo na MOTIVAÇÃO, MUDANÇA DE ATITUDE e alguma força de vontade.
domingo, 12 de setembro de 2010
AS MINHAS MEDIDAS/TAMANHOS
ANTES DEPOIS
Cintura 124 cm 88 cm
Calças 58 42
Camisas/T-Shirt XXL Médio/Pequeno
Calçado 42 41
No caso concreto da diminuição do número de calçado tem a ver com o facto de eu ter diminuido o peito do pé que era muito alto.
Cintura 124 cm 88 cm
Calças 58 42
Camisas/T-Shirt XXL Médio/Pequeno
Calçado 42 41
No caso concreto da diminuição do número de calçado tem a ver com o facto de eu ter diminuido o peito do pé que era muito alto.
sábado, 11 de setembro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
O antes e o depois
Aqui ficam duas fotografias minhas para que possam ver o resultado da minha dieta. Na primeira com 130 Kilos e na segunda com 75 Kilos.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Uma história real e motivante
QUEM SOU EU?
COMO TUDO COMEÇOU?
E AGORA O QUE FAZER?
ESTAVA OBESO PORQUÊ?
A MINHA MOTIVAÇÃO
A MINHA DIETA
A MINHA ACTIVIDADE FISICA
Chamo-me José do Couto Gonçalves, sou natural da freguesia de São Bento, concelho de Angra do Heroísmo, Ilha Terceira/Açores.
Tenho uma profissão sedentária, por isso passo a maior parte do meu tempo sentado.
Até aos 23 anos de idade sempre pratiquei desporto, quando deixei de o praticar comecei a engordar, aliado a tudo isto comia muito e mal: gorduras, molhos e doces, acompanhando com bebidas alcoólicas. Eu adoro cerveja, vinho e doces e acho que sou viciado no chocolate, sou capaz de conseguir comer uma tablete inteira de uma só vez.
Aos 30 anos tive um enfarte sem ondas q e aos 43 anos foi-me diagnosticada apneia de sono com roncopatia. Por várias vezes tentei fazer dietas sem sucesso, nunca as conseguia levar até ao fim.
Uma das minhas grandes mudanças foi ter comprado a empresa que sempre geri e a ida da minha filha para universidade ou seja as minhas responsabilidades aumentaram substancialmente. As dificuldades começaram a ser imensas, tais como dores nas costas e joelhos, acido úrico, mau colesterol e trigliceridos muito acima do normal, o bom colesterol baixo. Até atar os sapatos e andar a pé era o cabo dos tormentos para mim. Para além disso, tinha que andar constantemente a mudar o guarda-roupa e as dificuldades em comprar roupa para o meu número de camisas XXL e em alguns casos mais um X e de calças o n.º 58 eram enormes.
Foi-me dito na consulta de otorrino pelo Dr. João Martins: “és um barril de pólvora”. E a partir daí decidi que teria mesmo de mudar a minha vida. Foi aí que tudo começou.
COMO TUDO COMEÇOU?
Em Maio de 2009 comecei a sentir-me bastante cansado, não conseguia trabalhar no período da tarde, a conduzir e a ver televisão sentia uma forte sonolência porque durante a noite não conseguia descansar, pois acordava com o meu roncar, as dores nas costas e articulações eram mais do que muitas, para além disso incomodava a restante família.
No dia 8 de Junho de 2009 consultei o otorrino Dr. João Martins, uma vez que a situação era insuportável. Após a consulta foi-me diagnosticado apneia de sono com roncopatia, um IMC de 41 e pesava 130 Kilos, ou seja, Obesidade tipo II.
O Dr. João Martins objectivamente transmitiu que me iria dar um tratamento para me sentir muito melhor e conseguir descansar, mas que a solução do problema estaria nas minhas mãos, que seria perder 40 kg e que findo o tratamento voltaria tudo ao mesmo, isto é, eu voltaia a desleixar-me e a deixar-me engordar novamente. Disse-me também que não o procurasse mais enquanto não perdesse os respectivos 40 kg.
E AGORA O QUE FAZER?
Admitir que tinha OBESIDADE MÓRBIDA e uma vez que a “bola” estava do meu lado, havia que tomar uma decisão muito importante para PERDER 40 KILOS. Quais as opções: Banda Gástrica, Balão Gástrico, Bypass Gástrico e Dieta. Optei pela via mais difícil: fazer dieta!
Comecei a fazer dieta a partir do momento que pus os pés na parte de fora do consultório do Dr. João Martins, no dia 8 de Junho de 2009, vésperas das maiores festas da Ilha Terceira: as "Sanjoaninas”. Até ao dia 30 de Junho andei às voltas para marcar consulta de nutricionismo, finalmente consegui marcar para a dietista Drª Teresa Pires. Com a dieta na mão havia que passar dos actos às acções.
ESTAVA OBESO PORQUÊ?
O stress levava-me a comer muito e mal, não fazia a principal refeição do dia, o PEQUENO-ALMOÇO, apenas bebia um ou dois copos de água. Com isso, é evidente que ao ALMOÇO devorava um “BOI” se fosse preciso! LANCHAR nem pensar porque não havia vontade. No final do dia sabiam bem umas cervejas e uns petiscos e depois ao JANTAR, mais uma “dose de cavalo”, para dormir tinha que ser como os bébés, com a barriga cheia.
Adorava tudo o que eram molhos, gorduras e chocolate, comia uma tablete rápido e só parava quando estivesse atestado. Tudo isto aliado á minha vida sedentária era só somar kilos em cima de kilos. Portanto, não estava forte como diziam: "ele não é gordo, é forte". Esse tipo de comentário frequente não ajudava em nada porque adiava o problema. Exercício físico, não tenho tempo para isso, não posso, tenho muito que fazer, estas eram as desculpas esfarrapadas que dava a mim próprio. Pura burrice!
A MINHA MOTIVAÇÃO
Sem dúvida que é enorme, o não conseguir descansar é horrível só quem passa por isto pode dar o valor, nem quero pensar, aliás, é bom pensar de vez em quando porque ajuda a manter a minha motivação, não quero voltar atrás.
Era fundamental deixar de ter o trabalho como primeiro objectivo e secundarizar a SAÚDE, tinha que inverter esta situação pois com problemas de SAÚDE de que me serve o trabalho?
Era uma espécie de pirâmide invertida onde o trabalho estava em primeiro lugar e que tive de mudar. SAÚDE primeiro, depois o resto.
A MINHA DIETA
Tem por base a ingestão de alimentos de baixo valor calórico, como qualquer dieta, julgo eu. Comer muitas vezes ao dia, no meu caso oito vezes, ou seja, nunca estar sem comida no estômago mais do que 3 horas, beber 2 a 3 litros de água (actualmente, a minha bebida de eleição).
A MINHA ACTIVIDADE FISICA
Inactivo há mais de 15 anos, comecei por fazer 20 minutos de marcha por dia, TODOS os dias sem excepção. Nos primeiros dias as dores musculares eram muitas, levantava-me todo "partido", estava todo “enferrujado”, mas á medida que o tempo ia passando cada vez me sentia melhor.
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