sábado, 3 de dezembro de 2011

NUTRIÇÃO GERAL-EMAGRECIMENTO

Analise os seus hábitos alimentares

Se durante grande parte do ano a maioria das pessoas não se preocupa, nem com a qualidade dos alimentos que ingere, nem com a prática de exercício físico, de repente, com a chegada do tempo da roupa leve, surge a consciência de que, afinal, para cada acção existe sempre uma reacção.


Os quilos a mais surgem (quase sempre) como uma reacção ao consumo excessivo de determinados alimentos e ao sedentarismo.

Para começar a modificar as suas acções, e obter uma reacção positiva, ficam algumas dicas no sentido de mudar hábitos de vida (alimentares, de actividade física, pensamentos, etc.....).

1. Dê mais atenção aos alimentos que come, bem como ao acto de comer.

Quando estiver a tomar uma refeição, sinta-se suficientemente ocupado e não se distraia com outras actividades como a leitura ou a televisão. Dessa forma estará mais consciente do que já comeu. Tente “sentir” o bem que os alimentos que está a comer provocarão no seu organismo.

2. Evite a alimentação automática, impulsiva e distraída.

Se é verdade que não deve passar mais de 3 horas (no máximo 3,5h) sem comer, também não é mentira que deve fazer um intervalo suficiente entre as refeições, para que a digestão se complete.

Não coma sem necessidade, só porque os outros estão a comer.

3. Identifique os factores que o levam a comer em excesso.

É importante que consiga distinguir se está com fome ou se se trata simplesmente de gula ou vontade de comer. Procure resistir aos desejos que o levam a comer em excesso. Pouse os talheres no prato entre cada garfada, mastigue demoradamente os alimentos e coma com calma, num ambiente tranquilo. Após a refeição, quando sentir que já comeu o suficiente, levante-se da mesa para não ser tentado a repetir.

4. Mantenha em local visível os alimentos saudáveis.

Recheie a sua fruteira com fruta da época, abasteça o frigorífico com legumes frescos, iogurtes e queijos magros. Faça uma lista de compras antes de sair de casa e compre apenas o que tiver estabelecido como necessário. Evite comprar alimentos que sabe serem muito calóricos (bolos, chocolates, bolachas doces, maionese, etc.) e/ou mantenha-os fora da sua visão. Nunca vá fazer compras (alimentares) com o estômago vazio.

5. Analise o seu padrão alimentar habitual: identifique os pontos positivos e os negativos.

Não dê demasiada importância ao seu peso, valorize antes o seu comportamento e as alterações alimentares. A diminuição do peso será uma consequência a curto/médio prazo. Não deve ter pressa nem estabelecer objectivos pouco realistas para a sua perda de peso. Não persiga metas impossíveis ou pesos ideais: peso ideal é aquele que consegue atingir e manter de forma saudável, sem passar fome.
Pese-se, no máximo, uma vez por semana e faça um registo gráfico do peso.

6. Durante um dia “normal”, anote tudo (mas mesmo tudo!) aquilo que comer.

No fim do dia faça a sua crítica e veja se não poderia ter feito opções mais saudáveis. Ao ver escrito tudo o que comeu, terá mais consciência dos pequenos (ou grandes) erros.

7. Planeie a sua actividade física, de preferência com orientação profissional.

Mantenha um diário de exercícios, anotando cada actividade física, especificando a duração. Lembre-se de todos os benefícios do exercício físico, que não se limitam ao gasto calórico. Procure caminhar mais a pé, da forma que achar mais prazerosa.

8. Lembre-se sempre que o seu objectivo principal é a mudança de hábitos de vida.

Os seus antigos hábitos contribuíram para que engordasse. Quando, por um descontrole, exagerar nas calorias, não desanime. Recupere rapidamente e controle a situação. Não confunda um tropeço com o fracasso do tratamento. Tente manter sempre o equilíbrio psicológico, por mais motivos que tenha para se sentir ansioso.

http://www.florbelamendes.net/index.jsp?section=nutricao_geral&subsection=emagrecimento&article_id=11

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

COMER DEMAIS: SAIBA COMO EVITÁ-LO

Para manter um regime saudável há que saber fugir das situações em que a tentação é mais forte

O nosso desejo por sal, açúcar ou gordura começou quando o homem ainda vivia nas cavernas e caçava a sua comida. Estes três nutrientes existiam em muito pequenas quantidades o que fez com que, já nesses tempos, os nosso antepassados tivessem desenvolvido uma certa compulsão por esses alimentos, porque lhes ofereciam saciedade e energia. No entanto, nessa altura, não existia abundância alimentar que hoje nós vivemos e, por isso, antigamente, as pessoas não tinham excesso de pessoa.
Cinco ocasiões de risco
 Com esta preocupação em mente, um especialista em nutrição e modificação comportamental desenvolveu um conjunto de estratégias comportamentais que promovem a redução do consumo de calorias menos saudáveis. Brian Wansink, autor do livro “Comer sem Pensar”, identificou cinco situações em que as pessoas estão particularmente em risco de ingerir grandes quantidades de alimentos. A essas cinco ocasiões perigosas atribuiu nomes: o excesso de refeições; a loucura dos petiscos; a tentação dos restaurantes, a compulsão nas festas e o jantar ao computador.  
O excesso das refeições
Para reduzir a comida a mais que ingerimos ao almoço e jantar, o autor sugere que utilizemos um prato pequeno e que, preferencialmente, nos devemos servir a partir do fogão e não trazer a travessa para a mesa. A investigação realizada neste trabalho permitiu perceber que as pessoas comiam 22% menos num prato pequeno do que num prato grande.

A loucura dos petiscos
Para reduzir a gula pelos petiscos, o ideal será mantê-los longe do seu alcance. A distância força-o a pensar antes de petiscar. Este comportamento reduz a ingestão diária de 125 calorias. Lembre-se : 125 Kcal por dia dão 875 Kcal por semana e 3500 Kcal por mês, o que corresponde a um aumento de 0,5 Kg do peso corporal.

A compulsão nas festas  
Manter a distância aplicasse também às tentações que estão disponíveis numa festa. Para além de se manter longe, não deverá colocar mais do que dois alimentos no seu prato de cada vez que se dirige á mesa. Deverá começar pelos alimentos menos calóricos. Caso existam vegetais é por ai que tem de iniciar a refeição.

A tentação dos restaurantes
O autor refere ainda que deverá estar concentrado no seu plano alimentar quando almoça ou janta num restaurante. Caso lhe seja muito difícil resistir, deverá fazer refeições em casa o maior número de vezes possível. O restaurante será apenas o seu momento de excepção.

O jantar ao computador
Deverá criar momentos próprios para fazer as suas refeições. Nunca deverá consumir alimentos enquanto trabalha ou está a ver televisão. A sua tentação estará focada nesses dois aspectos e perderá a noção do que está a ingerir, acabando por comer sem consciência das quantidades, frequentemente muito mais do que devia.

Wansink, autor de “Comer sem Pensar”, aconselha as pessoas a não tentarem modificar todos os comportamentos ao mesmo tempo. O sensato será tentar alterar só dois de cada vez. Segundo o livro, se as pessoas conseguirem manter as alterações um par de meses, será mais fácil promover as outras.
DICAS QUE FAZEM A DIFERENÇA
  • Não vá para as festas com fome
  • Faça lanches ricos em proteínas e gordura saudável, são mais saciantes. Coma, por exemplo meia mozarela e cinco tomates cherry
  • Beba batidos proteicos com pouco hidratos de carbono nos lanches da manhã e da tarde
  • Faça exercício regularmente, ajuda-o a controlar o apetite
  • Coma devagar, de cada vez que levar alimentos à boca pouse os talheres
In TV Mais de 18 a 24 de Novembro 2011-Os conselhos de TERESA BRANCO fisiologista de “Peso Pesado”

domingo, 20 de novembro de 2011

Aumento de Colesterol na Infância Preocupa Estados Unidos

Doença cardíaca na infância, em conseqüência da obesidade, começa a alarmar a população dos Estados Unidos. De acordo com o resultado de novas pesquisas, que foram apresentadas em congresso no último fim de semana, em Orlando (Flórida), crianças entre nove e 11 anos de idade já aparecem com colesterol alto e espessamento da artéria do pescoço para espanto dos profissionais da área médica.Segundo os novos estudos, a tendência à obesidade teima em persistir nos EUA e cada vez mais cedo. Não bastassem os altos índices de sobrepeso por conta de uma alimentação excessivamente calórica, principalmente na classe média, sintomas de Acidente Vascular Cerebral (AVC), entre outros, que só apareciam na fase adulta, já são encontrados na garotada norte-americana.
Orientações Anteriores
Um estudo mais detalhado, realizado em escolas de West Virginia, evidenciou que as orientações anteriores para as crianças desconheciam o histórico familiar. Assim mesmo, os exames revelavam níveis elevados de colesterol, especialmente de LDL (o colesterol ruim), em cerca de 10% das crianças.
Estima-se, no entanto, que menos de 1% dos pré-adolescentes analisados sob essa orientação, poderão precisar de medicamentos para diminuir oLDL, mas os especialistas esperam que os exames reforcem a recomendação de exercício e o aconselhamento sobre dieta.
Agravantes
Segundo a Dra.
Lilian Zaboto, pediatra do Departamento de Obesidade Infantil da ABESO, o aumento de peso é um fator agravante não só para aumento dos índices de colesterol, mas também de triglicérides e desenvolvimento de diabetes tipo 2 por aumento nos níveis de glicemia.
“A obesidade associada com algumas destas co-morbidades, aumenta o risco de doenças cardíacas, como infarto e AVC, em adultos jovens. Portanto, realizar estes exames aos nove ou dez anos deve realmente ser uma rotina em qualquer paciente, mesmo sem aumento de peso e principalmente se houver histórico familiar positivo para estas doenças”, explica.
Na opinião da Dra. Lilian, estes exames também devem ser realizados nas crianças mais novinhas, assim que comecem a aumentar de peso.


“Como a alimentação tem sido mais rica em gordura, sais e açúcares, devido ao grande consumo de alimentos industrializados e fast-foods, cada vez mais presenciamos no consultório crianças, de até dois anos de idade, com aumento de colesterol e/ou triglicérides, ainda que não estejam acima do peso”, revela.
Para a doutora, mesmo que a criança tenha um peso normal, mas tiver história familiar de infarto, diabetes ou hipercolesterolemia e hipertrigliceridemia, estes exames devem ser realizados antes dos nove ou dez anos de idade.

domingo, 13 de novembro de 2011

Causas e consequências da obesidade

Sabia que, depois do tabagismo, a obesidade é considerada como a segunda causa de morte passível de prevenção?

A obesidade é uma doença! Mais, é uma doença que constitui um importante factor de risco para o aparecimento, desenvolvimento e agravamento de outras doenças.
Há tantas pessoas obesas a nível mundial que a Organização Mundial de Saúde (OMS) considerou esta doença como a epidemia global do século XXI.

O que é a obesidade?

De acordo com a OMS, a obesidade é uma doença em que o excesso de gordura corporal acumulada pode atingir graus capazes de afectar a saúde.

É uma doença crónica, com enorme prevalência nos países desenvolvidos, atinge homens e mulheres de todas as etnias e de todas as idades, reduz a qualidade de vida e tem elevadas taxas de morbilidade e mortalidade.

A obesidade acarreta múltiplas consequências graves para a saúde.

Quais são os tipos de obesidade?
  • Obesidade andróide, abdominal ou visceral - quando o tecido adiposo se acumula na metade superior do corpo, sobretudo no abdómen. É típica do homem obeso. A obesidade visceral está associada a complicações metabólicas, como a diabetes tipo 2 e a dislipidémia e, a doenças cardiovasculares, como a hipertensão arterial, a doença coronária e a doença vascular cerebral, bem como à síndroma do ovário poliquístico e à disfunção endotelial (ou seja deterioração do revestimento interior dos vasos sanguíneos). A associação da obesidade a estas doenças está dependente da gordura intra-abdominal e não da gordura total do corpo.
  • Obesidade do tipo ginóide - quando a gordura se distribui, principalmente, na metade inferior do corpo, particularmente na região glútea e coxas. É típica da mulher obesa.
O que causa a obesidade?

O excesso de gordura resulta de sucessivos balanços energéticos positivos, em que a quantidade de energia ingerida é superior à quantidade de energia dispendida. Os factores que determinam este desequilíbrio são complexos e podem ter origem genética, metabólica, ambiental e comportamental.

Uma dieta hiperenergética, com excesso de gorduras, de hidratos de carbono e de álcool, aliada a uma vida sedentária, leva à acumulação de excesso de massa gorda.

Existem provas científicas que sugerem haver uma predisposição genética que determina, em certos indivíduos, uma maior acumulação de gordura na zona abdominal, em resposta ao excesso de ingestão de energia e/ou à diminuição da actividade física.

Quais são os factores de risco?
  • Vida sedentária - quanto mais horas de televisão, jogos electrónicos ou jogos de computador, maior a prevalência de obesidade;
  • Zona de residência urbana - quanto mais urbanizada é a zona de residência maior é a prevalência de obesidade;
  • Grau de informação dos pais - quanto menor o grau de informação dos pais, maior a prevalência de obesidade;
  • Factores genéticos - a presença de genes envolvidos no aumento do peso aumentam a susceptibilidade ao risco para desenvolver obesidade, quando o indivíduo é exposto a condições ambientais favorecedoras, o que significa que a obesidade tem tendência familiar;
  • Gravidez e menopausa podem contribuir para o aumento do armazenamento da gordura na mulher com excesso de peso.
Que consequências para a saúde acarreta a obesidade?
  • Aparelho cardiovascular - hipertensão arterial, arteriosclerose, insuficiência cardíaca congestiva e angina de peito;
  • Complicações metabólicas - hiperlipidémia, alterações de tolerância à glicose, diabetes tipo 2, gota;
  • Sistema pulmonar - dispneia (dificuldade em respirar) e fadiga, síndroma de insuficiência respiratória do obeso, apneia de sono (ressonar) e embolismo pulmonar;
  • Aparelho gastrintestinal - esteatose hepática, litíase vesicular (formação de areias ou pequenos cálculos na vesícula) e carcinoma do cólon;
  • Aparelho genito-urinário e reprodutor - infertilidade e amenorreia (ausência anormal da menstruação), incontinência urinária de esforço, hiperplasia e carcinoma do endométrio, carcinoma da mama, carcinoma da próstata, hipogonadismo hipotalâmico e hirsutismo;
  • Outras alterações - osteartroses, insuficiência venosa crónica, risco anestésico, hérnias e propensão a quedas.
A obesidade provoca também alterações socio-económicas e psicossociais:
  • Discriminação educativa, laboral e social;
  • Isolamento social;
  • Depressão e perda de auto-estima.
Como se previne a obesidade?
  • Dieta alimentar equilibrada;
  • Actividade física regular;
  • Modo de vida saudável.

sábado, 12 de novembro de 2011

Atividade Física Reduz Ação de Gene da Obesidade

O gene FTO, ligado à obesidade e ao acúmulo de gordura, pode ter sua ação diminuída em 30% através da rotina de atividades físicas. A descoberta, realizada por médicos britânicos, acaba de ser divulgada na publicação científica “PLoS Medicine”.
De acordo com o estudo, o risco de desenvolver a obesidade foi reduzido entre os adultos que tinham o gene FTO, mas eram fisicamente ativos, fazendo pelo menos 30 minutos deexercícios físicos, cinco dias por semana.
Após extensa revisão da literatura sobre obesidade, os autores da pesquisa convidaram especialistas que já haviam estudado o FTO a participarem desse novo estudo, que analisou mais de 218 mil adultos.
Cerca de 3/4 dos participantes da pesquisa eram fisicamente ativos e o risco de ficar obeso diminuiu em 22%. Já os que tinham o gene e não se exercitavam tinham 23% mais chances de desenvolver a doença.
Segundo uma das autoras do estudo, Ruth Loos, epidemiologista da Universidade de Cambridge, a descoberta mostra que mesmo os que já estão predispostos à obesidade são sensíveis aos benefícios de atividades físicas. Dessa forma, não se pode culpar apenas a genética pelo excesso de peso.
O médico J. Lennert Veerman, da Escola de Saúde da População da Universidade de Queensland, na Austrália, compartilha a mesma opinião da Dra. Ruth Loos. Para ele, uma dieta saudável e exercícios produzem o efeito desejado no combate ao sobrepeso, mesmo que a genética tente atrapalhar.
E mesmo que
a redução dos riscos de desenvolver obesidade tenha sido a mesma, independente de sexo ou raça, a pesquisa evidenciou que os efeitos eram mais nítidos entre osnorte-americanos do que entre os europeus. Na opinião da Dra. Loos, a diferença pode ser entendida por uma série de fatores, como o tipo de exercício físico praticado em cada continente.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

SERENOA REPENS CONTRA HIPERPLASIA PROSTÁTICA BENIGNA

Uso da serenoa repens na fitoterapia

A serenoa repens é usada principalmente para sintomas urinários associados ao aumento da próstata, também chamado de hiperplasia prostática benigna. Serenoa repens também é usada para outras condições médicas, como dor pélvica crônica, desordens da bexiga, diminuição no desejo sexual, perda de cabelo e desequilíbrios hormonais.


domingo, 25 de setembro de 2011

Noticia 14-09-2011 Ciência Comprova Benefício do Chá Verde Contra Obesidade

Estudo realizado na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (USP/Esalq) acaba de comprovar que o consumo do chá verde traz benefícios na luta contra o excesso de peso e a obesidade.

Na pesquisa, a
taxa metabólica de mulheres com sobrepeso e obesidade grau 1 foi comparada em períodos pré e pós consumo de chá verde, aliada ou não à prática de exercício físico.

O experimento faz parte da pesquisa realizada pelo
Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição (LAN), da Esalq, que também avaliou a aceitabilidade do chá verde, assim como possíveisreações adversas causadas pelo seu consumo.

O estudo analisou os efeitos do consumo de chá verde e da prática ou não de exercício físico resistido sobre a
Taxa Metabólica de Repouso (TMR) e a composição corporal em mulheres com Índice de Massa Corporal (IMC) entre 25 a 35 kg/m.

Divididas em quatro grupos, as voluntárias seguiram o protocolo da pesquisa durante dois meses. O grupo 1 tomou chá verde; o grupo 2,
placebo. Por outro lado, o terceiro grupo ingeriu o chá e praticou exercício, enquanto o quarto tomou placebo, mas não se exercitou.

Resultados


Ao final da pesquisa, verificou-se que o grupo 1 perdeu uma quantidade de peso bastante significativa para o período de estudo: cerca de 5,7kg, com manutenção da
massa magra.

Já o grupo 2, que utilizou o placebo, não perdeu peso e ainda ganhou
massa gorda e diminuiu a massa magra.

O grupo 3, que aliou exercício físico de resistência ao chá verde, mudou sua
composição corporal, apresentando maior perda de gordura, maior ganho de massa muscular, maior aumento de força muscular e redução dos níveis de triglicérides superiores aos do grupo 4 (placebo com exercícios físicos de resistência).

O estudo foi realizado por Gabrielle Aparecida Cardoso, aluna do programa de pós-graduação de
Ciência e Tecnologia dos Alimentos da Escola Superior de Agricultura Luiz Queiroz (USP/Esalq), com apoio da bolsa de mestrado da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e orientação daprofessora Jocelem Mastrodi Salgado, do LAN.

Benefícios


Segundo o estudo, o chá verde é a segunda bebida mais consumida no mundo e contém grande quantidade de compostos que proporcionam vários benefícios à saúde. Entre eles, a redução do risco de doenças cardiovasculares e de alguns tipos de câncer, melhoria das funções fisiológicas, efeito anti-hipertensivo, proteção ultravioleta e aumento da densidade mineral óssea.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

CONTADOR DE CALORIAS

Já exprimentei e gostei.....

Check out this application on the App Store:
Cover Art

Contador de Calorias da FatSecret (iPad)


·        
·        
·        
·        
·        
5 Ratings


Please note that you have not been added to any email lists.
Copyright © 2011 iTunes S.à r.l. All rights reserved

quarta-feira, 8 de junho de 2011

DOIS ANOS DEPOIS - A LUTA CONTINUA

Faz no dia 08 de Junho de 2011 dois anos em que comecei a minha mudança de ATITUDE. Convém fazer o ponto da situação;

Peso actual?
77 Kilos

Exercício Físico?
Todos os dias 1 hora de corrida.

As refeições?
Continuo a cumprir com todas, pequeno-almoço, lanche, almoço, lanches, jantar e lanches.
Alimentos?
Mantenho a base, Pão Integral, Manteiga Margarina, Peixe, Salada, Carne sem gorduras de preferência de aves, Fruta, Iogurtes, Sopa, Frutos Secos, Bolachas Água Sal, Café, Chá e Água.
A maior dificuldade em manter o peso?
Sabendo que a obesidade é uma doença crónica e que nunca poderei apagar da minha memória que já tive 130 kilos, então não tenho qualquer dúvida em afirmar que a maior dificuldade acaba por ser o bem estar que sinto, isto porque ao sentir-me bem a tendência em “cometer a asneira” aumenta muito. É aqui que tenho que ser mentalmente muito forte para que possa continuar com a luta diária contra a obesidade.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

LIVROS QUE ME AJUDARAM

Estes foram os livros que li, achei muito uteis, interessantes e que me ajudaram;

"Como Ter Um Coração Saudavel"
Autor Prof. Manuel Oliveira Carrageta

"Emagrecer Com Sucesso"
Autor Dr. Fernando Póvoas

"You - A Sua Dieta"
Autores Dr. Michael F. Roizen e Dr. Mehmet C. OZ

quarta-feira, 30 de março de 2011

NEM TUDO O QUE É INTEGRAL É BOM!

Pior do que achar que os produtos integrais não engordam e que podem ser consumidos indiscriminadamente, é achar que até emagrecem. E estas crenças contribuem para o aumento do peso de milhares de adeptos!
A falsa ideia de que o pão engorda, aliada ao facto de se saber que a fibra é essencial ao bom funcionamento intestinal e dá uma sensação de saciedade, é utilizada pela maior parte dos fabricantes de bolachas e de outros produtos derivados dos cereais, de forma abusiva e enganadora.
São inúmeras as embalagens de bolachas com grandes títulos a enfatizar a presença de fibra, com a palavra “integral” destacada, como que a prometer “comam bolachas e sejam magros”!!
Mas o que os fabricantes não dizem é que, para além da fibra (que nem sempre é tanta assim), as bolachas são riquíssimas em gorduras vegetais hidrogenadas e em açúcar (também chamado de açúcar amarelo, açúcar invertido, xarope de glucose, frutose, etc.).
De que são feitas as bolachas?
Vamos analisar o rótulo de umas “bolachas integrais com maçã”, quer em relação à lista de ingredientes, quer em relação à informação nutricional. De referir que este é apenas um exemplo, mas as diferenças entre as várias marcas são mínimas.
Na lista de ingredientes encontramos, por ordem decrescente, os ingredientes que serviram de base para fabricar as bolachas:
  • Farinha de trigo integral
  • Gordura vegetal hidrogenada (o 2º ingrediente, ou seja, o que aparece em maior quantidade logo após a farinha)
  • Farinha de trigo enriquecida (em vitaminas e minerais)
  • Açúcar amarelo
  • Açúcar invertido
  • Sumo de maçã em pó (1,3%, ou seja, uma quantidade ínfima)
  • Leite em pó magro
  • Fibra alimentar (inulina)
  • Levedantes (hidrogenocarbonato de cálcio e de amónio)
  • Sal
  • Aroma idêntico ao natural
O que lhe oferecem as bolachas, para além da fibra?
Vamos analisar nutricionalmente 100g dessas bolachinhas.
Imagine que, ao longo do dia, come 1/3 do pacote destas bolachas (aproximadamente 100g), o que não é difícil de acontecer!
Pois bem, nessa quantidade de bolachas (100g) existem 479 calorias.
Se está a fazer uma dieta de 2000 calorias, por exemplo, veja o que representam estas bolachas. São quase ¼ das calorias que pode comer ao longo do dia, e ainda deve contabilizar os lacticínios, a fruta, a carne/peixe, arroz/massa, legumes,...
Para ingerir essa quantidade de calorias teria que comer mais de 4 carcaças simples. Uma carcaça pesa 45g e tem cerca de 110 calorias.
Após comer 100g de bolachas terá ingerido 2g de fibra, o que é muito pouco, tendo em conta a recomendação de consumo de 20-35g de fibra diariamente. Se precisássemos das bolachas integrais para obter a fibra recomendada teríamos que comer alguns pacotes por dia...e a que preço, para a carteira e para a saúde!
Outras marcas apresentam teores de fibra, por 100g, maiores (até 6-8g), mas a quantidade de gorduras e, em alguns casos, de açúcar, que essa fibra arrasta não justifica que se comam bolachas para obtenção de fibra.
Uma alimentação que contenha fruta, legumes e vegetais, sopa, pão de mistura ou integral e/ou cereais prontos a consumir com fibras e leguminosas, fornecerá a quantidade de fibra necessária ao seu corpo.
Ao analisar o rótulo das bolachas vemos que têm 22,2g de gordura por cada 100g de produto. Ora veja só que o pão, se não lhe adicionar manteiga, margarina ou outro alimento qualquer, possui menos de 2g de gordura. Isto só vem provar que não é o pão que engorda, mas sim os alimentos que o acompanham.
E com isto não pretendo dizer que não deve comer bolachas pois se o fizer com conta, peso e medida, não terá qualquer problema. Lembre-se apenas que não são tão leves como parecem (pelo menos em termos de calorias) e que, dada a facilidade com que se comem, podem ser uma armadilha para a linha.
E uma coisa é gostar das ditas bolachas, outra coisa é achar que são melhores que o pão. Isso, nunca!
in http://www.florbelamendes.net/

terça-feira, 15 de março de 2011

Dieta Mediterrânica Reduz Risco de Sindrome Metabólica

Estudo “Journal of the American College of Cardiology”
A dieta mediterrânica, muito conhecida pelos seus efeitos benéficos na saúde do coração,
também reduz o risco de síndrome metabólica, dá conta um estudo publicado no “Journal of
the American College of Cardiology”.
A dieta mediterrânica é um padrão de dieta caracterizado pelo elevado consumo de ácidos
gordos monoinsaturados, sobretudo provenientes das azeitonas e azeite; consumo diário de
frutas, legumes, cereais integrais e lacticínios com baixo teor de gordura; consumo semanal de
peixe, aves, frutos secos e legumes; um consumo relativamente baixo de carnes vermelhas e
um consumo moderado de álcool por dia, normalmente às refeições.
Segundo Demosthenes Panagiotakos, a dieta mediterrânica é uma das dietas mais bem
conhecidas e estudadas, tendo sido associada à diminuição da mortalidade devido a menor
risco de doença cardiovascular, diabetes tipo 2, obesidade e alguns tipos de cancro.
Para este estudo, os investigadores Universidade de Atenas, na Grécia, analisaram os dados
de cerca de 50 estudos publicados, que incluíram a participação de um total de mais de 500 mil
indivíduos. Entre outros resultados, o estudo constatou que a adopção deste tipo de dieta não
só diminui o risco de síndrome metabólica como também apresenta efeitos benéficos para os
parâmetros que definem esta condição, nomeadamente perímetro abdominal, níveis de
colesterol HDL, níveis de triglicerídeos, pressão arterial e metabolismo da glicose.
O investigador revela que estes resultados vão ao encontro dos já existentes, demonstrando o
papel protector e a importância dos hábitos alimentares, principalmente quando se trata de
desenvolvimento e progressão da síndrome metabólica.
Assim, Demosthenes Panagiotakos sugere a adopção de um padrão alimentar saudável, como
a dieta mediterrânica, bem como a promoção de um estilo de vida activo. Este seria, na sua
opinião, um marco no desenvolvimento de estratégias de saúde pública para a prevenção da
síndrome metabólica. O investigador acrescentou ainda que, tendo em conta os recursos
financeiros limitados que muitos países enfrentam, uma alimentação saudável parece ser um
meio eficaz e acessível para a prevenção das doenças cardiovasculares. Além dos diferentes
benefícios para saúde, este tipo de dieta pode ainda ser facilmente adoptado por todas as
populações e culturas.
ALERT Life Sciences Computing, S.A.