Inicialmente a doença foi a base motivacional, com as melhoras da apneia de sono com roncopatia tinha que procurar manter a minha motivação em alta. Para me ajudar nesta caminhada dediquei-me bastante à leitura e à pesquisa na internet sobre a nutrição, os seus valores calóricos, como ter uma alimentação equilibrada e o exercício físico, o que me fez chegar à conclusão que, embora muito especialistas digam que o problema está aqui e não ali, todos eles são unânimes em afirmar a importância da alimentação e actividade física. Li 3 livros credíveis, visitei e revisitei dezenas de sites. E agora o Blog partilhando a minha experiência ao longo do tempo.
domingo, 26 de setembro de 2010
JORNAL DE NOTICIAS EDIÇÃO DE 25-09-2010
Obesidade encurta esperança de vida para os 40 anos
Crianças obesas começam a sofrer de hipertensão e de colesterol aos 10 anos, alertam os especialistas
MARIA CLÁUDIA MONTEIRO
| foto JOsé mota/global imagens |
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| Alunos da EB1/JI Paulo Gama, de Lordelo do Ouro, foram ontem à Alfândega participar no II Congresso de Nutrição |
Em Portugal, há cada vez mais crianças que correm o risco de não ultrapassar os 40 anos por causa de doenças relacionadas com a obesidade. Multiplicam-se iniciativas de educação alimentar, mas falta ainda um programa integrado, dizem os especialistas.
O Diogo e a Leandra não sabem nada dessa conversa dos grandes sobre programas integrados de Educação Alimentar. O que sabem, e bem, foi o que aprenderam durante um projecto de responsabilidade social que levou à escola EB1/JI Paulo da Gama, em Lordelo do Ouro, no Porto, conceitos básicos de nutrição.
"Doces só em dia de festa", explica convicta a Leandra, de nove anos, no final da acção que ontem levou os meninos do 4.º B ao II Congresso Mundial de Nutrição e Saúde Pública, que juntou na Alfândega do Porto mais de mil participantes. Luzia Sousa, a professora, não tem dúvidas de que a lição, retirada do projecto do HPP Saúde, ficou bem sabida. "O facto de saírem da escola, de virem a um sítio diferente é por si só muito apelativo", explicou a professora do 4.º B da Paulo da Gama. O Diogo saiu da Alfândega a saber também quase tudo da Roda dos Alimentos, apenas uma dúvida o atormentava: "E por que é que a sopa não consta lá na roda?"
Meritórios os programas que levam informação nutricional correcta às crianças, concordam os especialistas que, no entanto, deixam o alerta. Perante a dimensão do fenómeno da obesidade infantil em Portugal é preciso agir de forma estruturada, apelando à interacção de vários parceiros. Dizem os últimos dados disponíveis que 29% das crianças com idades entre os dois e os cinco anos têm excesso de peso e que 12,5% são obesas.
Há crianças que, aos 10 anos, sofrem já de hipertensão e de colesterol o que leva a que os especialistas estimem que viverão menos anos do que os seus pais. "Teremos um retrocesso em termos de saúde pública... Algumas destas pessoas terão um alto risco de morrer aos 40 anos", estima Maria Daniel Vaz Almeida, especialista da Universidade do Porto e co-presidente do II Congresso Mundial de Nutrição, que termina hoje, no Porto.
Informação não é conhecimento
"Hoje temos acesso a informação mas tal não se traduz em conhecimento", sublinha Rodrigo Abreu, nutricionista responsável pelo "Atelier de Nutrição", que defende a criação de um modelo idêntico ao da Educação Sexual.
"Acho interessante que se discuta tanto a Educação Sexual, mas que não haja uma política em termos de Educação Alimentar. As crianças antes de começarem a sua sexualidade já comem", ironiza Rodrigo Abreu, colocando a tónica na urgência de uma "aplicação integrada" de todos os programas que vão proliferando. "Quanto mais se estuda a obesidade, mais percebemos que a prevenção é a melhor arma", alerta.
Miriam Stoppard, especialista inglesa em cuidados infantis, acrescenta às prioridades de acção na luta contra a obesidade infantil o envolvimento de vários parceiros. "Tem de ser feito um esforço de combate por parte de várias entidades... É preciso envolver muitas pessoas nesse esforço", começou por explicar a estrela mediática do Reino Unido.
A estratégia, já testada em países como Canadá, México, França e Reino Unido, é simples e consiste em fazer chegar às crianças as mesmas mensagens, através de diferentes parceiros e entidades: "pais, família, escolas, professores, produtores, municípios".
"As mensagens são extremamente simples: no México, 'comam comida saudável, mexam-se, bebam água'; no Reino Unido: 'comam saudável, mexam-se mais do que o que se têm mexido e ganhem consciência das vossas emoções", ilustrou Miriam Stoppard, em declarações ao JN, antes de moderar um debate durante o congresso. Os resultados, garante, são impressionantes e possíveis de alcançar em muito pouco tempo.
"É preciso uma política nutricional que pense a alimentação como um factor de promoção da saúde", alerta Maria Daniel Vaz Almeida, chamando a atenção para o crescimento da obesidade infantil em Portugal. "Temos de parar esta avalanche", avisa a professora catedrática da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto.
"Doces só em dia de festa", explica convicta a Leandra, de nove anos, no final da acção que ontem levou os meninos do 4.º B ao II Congresso Mundial de Nutrição e Saúde Pública, que juntou na Alfândega do Porto mais de mil participantes. Luzia Sousa, a professora, não tem dúvidas de que a lição, retirada do projecto do HPP Saúde, ficou bem sabida. "O facto de saírem da escola, de virem a um sítio diferente é por si só muito apelativo", explicou a professora do 4.º B da Paulo da Gama. O Diogo saiu da Alfândega a saber também quase tudo da Roda dos Alimentos, apenas uma dúvida o atormentava: "E por que é que a sopa não consta lá na roda?"
Meritórios os programas que levam informação nutricional correcta às crianças, concordam os especialistas que, no entanto, deixam o alerta. Perante a dimensão do fenómeno da obesidade infantil em Portugal é preciso agir de forma estruturada, apelando à interacção de vários parceiros. Dizem os últimos dados disponíveis que 29% das crianças com idades entre os dois e os cinco anos têm excesso de peso e que 12,5% são obesas.
Há crianças que, aos 10 anos, sofrem já de hipertensão e de colesterol o que leva a que os especialistas estimem que viverão menos anos do que os seus pais. "Teremos um retrocesso em termos de saúde pública... Algumas destas pessoas terão um alto risco de morrer aos 40 anos", estima Maria Daniel Vaz Almeida, especialista da Universidade do Porto e co-presidente do II Congresso Mundial de Nutrição, que termina hoje, no Porto.
Informação não é conhecimento
"Hoje temos acesso a informação mas tal não se traduz em conhecimento", sublinha Rodrigo Abreu, nutricionista responsável pelo "Atelier de Nutrição", que defende a criação de um modelo idêntico ao da Educação Sexual.
"Acho interessante que se discuta tanto a Educação Sexual, mas que não haja uma política em termos de Educação Alimentar. As crianças antes de começarem a sua sexualidade já comem", ironiza Rodrigo Abreu, colocando a tónica na urgência de uma "aplicação integrada" de todos os programas que vão proliferando. "Quanto mais se estuda a obesidade, mais percebemos que a prevenção é a melhor arma", alerta.
Miriam Stoppard, especialista inglesa em cuidados infantis, acrescenta às prioridades de acção na luta contra a obesidade infantil o envolvimento de vários parceiros. "Tem de ser feito um esforço de combate por parte de várias entidades... É preciso envolver muitas pessoas nesse esforço", começou por explicar a estrela mediática do Reino Unido.
A estratégia, já testada em países como Canadá, México, França e Reino Unido, é simples e consiste em fazer chegar às crianças as mesmas mensagens, através de diferentes parceiros e entidades: "pais, família, escolas, professores, produtores, municípios".
"As mensagens são extremamente simples: no México, 'comam comida saudável, mexam-se, bebam água'; no Reino Unido: 'comam saudável, mexam-se mais do que o que se têm mexido e ganhem consciência das vossas emoções", ilustrou Miriam Stoppard, em declarações ao JN, antes de moderar um debate durante o congresso. Os resultados, garante, são impressionantes e possíveis de alcançar em muito pouco tempo.
"É preciso uma política nutricional que pense a alimentação como um factor de promoção da saúde", alerta Maria Daniel Vaz Almeida, chamando a atenção para o crescimento da obesidade infantil em Portugal. "Temos de parar esta avalanche", avisa a professora catedrática da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
UM DIA DA MINHA ACTIVIDADE FÍSICA DESDE 09-06-2009
Posso ter muito trabalho, mas nunca prescindo da minha actividade física, por volta das 18h00 chego a casa, visto o meu equipamento e lá vou eu, se chove utilizo a passadeira, caso contrário pratique no exterior de preferência á beira-mar. Muita gente, tal como eu, usa(va) como desculpa para evitar a prática de actividade física não ter tempo, não ter com quem praticar e não gostar de praticar sozinho. Eu sempre pratiquei sozinho, apenas acompanhado do meu mp3, seleccionando o tipo de música de acordo com o meu estado de espírito. Todos os dias faço 5 kms e alguns exercicios, tais como alongamentos e abdominais, inicialmente caminhada e a partir de Dezembro de 2009 faço corrida. É uma actividade que já não dispenso no meu dia-a-dia. Sinto-me tão bem depois da minha corrida diária, que já não posso passar sem ela, o que há algum tempo atrás correr para mim era uma coisa totalmente impossível de fazer.
sábado, 18 de setembro de 2010
UM DIA DA MINHA DIETA DURANTE 12 MESES
Começando pelo primeiro dia, 8 de Junho de 2009, tomei a iniciativa de aumentar o numero de refeições diárias, não duplicar alimentos, tais como, batata, arroz e pão, beber 1,5 litros de agua, comer saladas, evitar os fritos e molhos e claro comecei a andar 20 minutos diários. O resultado do período de 8 a 30 de Junho de 2009 foi um perda de peso de 6 kilos. Portanto no dia 30 de Junho pesava a módica quantia de 124 kilos quando fui consultado pela dietista Dra Teresa Pires, passada a respectiva dieta, havia que cumpri-la com rigor e determinação. Passados que foram 12 meses tinha perdido 50 kilos. Gostaria de chamar atenção que cada caso é um caso.
8h00 Pequeno Almoço
1 Iogurte (matéria gorda zero e com aproximadamente 60 calorias no máximo), um papo seco ou uma fatia de pão integral com margarina ou queijo magro (máximo 30 por cento de matéria gorda) acompanhado de café com leite magro.
Esta e a única vez no dia que como pão.
10h30 Lanche
1 Peça de fruta ou 1 iogurte.
A minha opção é pela fruta de baixo valor calórico, tais como maça e pêra.
12h15 Almoço
120 Gramas de carne (ou peixe acompanhado com salada (alface, tomate e cebola temperada com um pouco de azeite e vinagre). Habitualmente comia Salmão grelhado (confeccionado na sertã, sem óleo ou azeite, pois o salmão tem muita gordura e a própria gordura ajuda na sua confecção e com pouco sal), peixe cozido, acompanhados de salada e 2 batatas cozidas do tamanho de 1 ovo. Quanto a carne de vitela tive grandes dificuldades porque gostava da carne mal passada, por isso optava muitas vezes pela carne de galinha ou peru, as chamadas carnes brancas ou de aves, confeccionada no forno ou grelhada acompanhada de 2 colheres de arroz e salada. Sempre bebi depois do almoço 1 chá verde.
14h00 Lanche
1 Peça de fruta acompanha de 2 bolachas de água e sal (as que não tem sal na superfície e de baixo valor calórico).
15h30 Lanche
1 Iogurte com 2 bolachas de água e sal.
18h30 Jantar
Sopa de legumes e 1 peça de fruta.
21h00
1 Peça de fruta e 1 iogurte.
23h30
1 Copo de Leite magro com 3 bolachas de água e sal.
Bebo apenas nos intervalos das refeições água sem gás natural, chá e café (com excepção ao pequeno almoço).
Esta minha dieta tinha vários objectivos:
1. Fazer desaparecer a apneia de sono com roncopatia;
2. Perder peso gradualmente sem pressas;
3. Ir diminuindo a quantidade de calorias ingeridas ao longo do dia até ser "desligado" o organismo para repouso;
4. Manter no estômago sempre com comida, evitando assim ter fome;
5. Melhorar os principais indicadores clínicos, tais como, colesterol total, mau colesterol, bom colesterol, trigliceridos, glicemia e o acido úrico;
6. Acima de tudo tornar-me saudável.
Na realidade, para fazer esta dieta tive de ser muito exigente comigo mesmo e vi-me obrigado a cortar em todo o tipo de alimentos que mais prazer me dava comer se quisesse realmente perder peso. Hoje em dia antes de comprar um alimento verifico sempre a Informação Nutricional.
E foi mesmo o que fiz. E é preciso realçar que, embora possa parecer estranho ter perdido 50 kg em 12 meses, não houve nem há qualquer tipo de medicação. Nunca tomei absolutamente nenhum medicamento para me ajudar na perda de peso e, sinceramente, não acredito nessa opção por experiência própria.
Também é preciso ter a noção de que não há chás milagrosos. O meu SEGREDO está na BOCA e acima de tudo na MOTIVAÇÃO, MUDANÇA DE ATITUDE e alguma força de vontade.
domingo, 12 de setembro de 2010
AS MINHAS MEDIDAS/TAMANHOS
ANTES DEPOIS
Cintura 124 cm 88 cm
Calças 58 42
Camisas/T-Shirt XXL Médio/Pequeno
Calçado 42 41
No caso concreto da diminuição do número de calçado tem a ver com o facto de eu ter diminuido o peito do pé que era muito alto.
Cintura 124 cm 88 cm
Calças 58 42
Camisas/T-Shirt XXL Médio/Pequeno
Calçado 42 41
No caso concreto da diminuição do número de calçado tem a ver com o facto de eu ter diminuido o peito do pé que era muito alto.
sábado, 11 de setembro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
O antes e o depois
Aqui ficam duas fotografias minhas para que possam ver o resultado da minha dieta. Na primeira com 130 Kilos e na segunda com 75 Kilos.
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